POLIOMIELITE
1ª etapa da campanha: vacinados um total de 86,68% do total de
crianças residentes no município, sendo que de 0 a 1 anos foram
vacinadas 64 crianças e de 1 ano a 5 anos 226 crianças.
2ª etapa da campanha: vacinados um total de 86,83% do total de crianças residentes no município, sendo que de 0 a 1 ano foram vacinadas 60 crianças e de 1 ano a 05 anos 230 crianças.
INFLUENZA
de 60 a 64 anos - 120
de 65 e mais - 268
TOTAL - 388
Perfazendo um total de 89,40% vacinados no município.
1º DE DEZEMBRO DIA INTERNACIONAL CONTRA AIDS
Desenvolvida ações educativas em escolas e ambulatórios.
27 DE NOVEMBRO, DIA NACIONAL DE COMBATE AO CÂNCER
Ações educativas e ambulatórias.
São realizadas em torno de 44 coletas de preventivo mensais.
17 DE NOVEMBRO DIA NACIONAL CONTRA A TUBERCULOS
São realizadas ações educativas em escolas e ambulatórios.
Foram realizadas de janeiro a novembro de 2007 24 coletas de escarros.
IMUNOLÓGICOS ESPECIAIS QUEM USA?
Portaria 1.602 M.S.
Visando atender as pessoas que são portadoras de quadros clínicos especiais, decorrentes de motivos biológicos, ou por motivo de convívio com pessoas imunodeprimidas, ou por intolerância aos imunológicos comuns e/ou por exposição inadvertida a agentes infecciosos, aumentando a susceptibilidade às doenças ou risco de complicações para si ou para outros, existe o Centro de Referência de Imunológicos Especiais que disponibiliza alguns imunológicos não ofertados na rotina de imunizações. Veja no link abaixo as indicações para o uso desses imunos especiais, bem como suas composições , esquema e via de aplicação.
PROGRAMAS E SISTEMAS
Digitadora: TEREZINHA GERALDINA VENTURI
API (sistema de avaliação do programa de imunização)
AIU ( sistema de avaliação de imunológicos utilizados)
Nestes sistemas são informadas todas as doses de vacina distribuídas e aplicadas no município facilitando assim a análise das coberturas vacinais possibilitando a avaliação para o estabelecimento de estratégias visando a melhor cobertura vacinal.
Veja números relativos a cobertura vacinal em menores de 1 ano
(rotina) ano janeiro a novembro 2007:
BCG – 17
HEPATITE-135
ROTAVIRUS-106
POLIO-228TETRA-168
V.T.V-75
D.T – 108
D.P.T- 108
FEBRE AMARELA –7
RAIVA CEL. VERO. – 04
Imunológicos especiais:
TRIPLICE ACELULAR – 1
PNEUMOCOCO- 4
MENINGITE – 01
RAIVA – 04
PROGRAMA DST/HIV/AIDS
(doenças sexualmente transmissíveis / HIV / AIDS)
Coordenadora : Dra. DIANE MERI ARRUDA RIBEIRO
Consiste desenvolver ações de prevenção destes agravos através de campanhas, material impresso, distribuição de preservativos, encontros educativos. Além das ações de prevenção realiza-se tratamento acompanhamento destas doenças, exemplo: as pessoas com AIDS contam com serviço médico, laboratório para encaminhamento de exames específicos e medicamentos.Sendo encaminhado ao centro de referência que fica na cidade de Rio do Sul - SC.
As gestantes do nosso município realizam os exames de VDRL e AIDS, realizam este exame no 1º trimestre e no 3º trimestre de gestação. O recém - nascido tem acompanhamento médico e vacinal.
PROGRAMA SIM (Sistema de Informações sobre Mortalidade)
Codificação e Análise dos óbitos: TEREZINHA GERALDINA VENTURI.
Todos os óbitos ocorridos no Município, são monitorados pela Vigilância Epidemiológica, através do recolhimento das declarações de óbitos processamento, análise e codificação,.
A Vigilância Epidemiológica elabora e analisa os indicadores de mortalidade onde se destacam mortalidade proporcional por faixa etária e por grupos de causas segundo o CID10 (Código Internacional de Doenças), mortalidade infantil e mortalidade materna etc...
Os óbitos de mulheres de 10 a 49 anos são investigadas junto o prontuário, médicos e familiares, visando o monitoramento de óbitos maternos não declarados.
PROGRAMA SINAN (sistema de informação de agravos de notificação)
Objetiva processar dados sobre doenças e agravos de notificação. A DVE analisa os dados e gera informação para a construção do perfil de morbidade, contribuindo para a tomada de decisões.
Digitadora: PATRÍCIA CELI MARTINS CLAUDINO DOS SANTOS.
QUEM NOTIFICA?
É RESPONSABILIDADE DE TODOS OS PROFISSIONAIS DE SAÚDE, (médicos,enfermeiros, assistente sociais,bioquímicos, técnico ou auxiliar de enfermagem)ou qualquer cidadão.
NOTIFICAÇÃO NA UNIDADE SANITÁRIA:
TELMA ANGELITA MARCHI
TEREZINHA GERALDINA VENTURI
PATRICIA CELI MARTINS CLAUDINO DOS SANTOS
CONTROLE DAS DOENÇAS DE NOTIFICAÇÃO COMPULSÓRIA
O município deve fazer o controle das doenças incluídas na Lista Nacional e Estadual (e poderá incorporar outras doenças ou agravos de interesse local) inclusive respeitando os compromissos internacionais, regulamento Sanitário Internacional e a Notificação de Investigação de Epidemias, surtos e agravos inusitados.
Quando os Postos de Saúde, Hospitais, Laboratórios, Clínicas e outros notificam a suspeita de uma destas doenças a V.E. investiga e adota ou recomenda medidas de prevenção e controle para interromper a cadeia epidemiológica das doenças. São exemplos: controle meningite, sarampo, rubéola, leptospirose, hepatite entre outras.
A avaliação da eficácia das medidas adotadas e a divulgação das informações são feitas rotineiramente.
LISTA DE DOENÇAS DE NOTIFICAÇÃO COMPUSÓRIA
1. Botulismo
2. Carbúnculo ou Antraz
3. Cólera
4. Coqueluche
5. Dengue
6. Difteria
7. Doenças de chagas ( casos agudos)
8. Doenças Meningocócica e outras meningites
9. Esquistosomose (em área não endêmica)
10. Febre Amarela
11. Febre Maculosa
12. Febre Tifóide
13. Hanseníase
14. Hantaviroses
15. Hepatite B e C
16. Infecção pelo Vírus Imunodeficiência Humana(HIV) em gestantes e em crianças expostas ao risco de transmissão vertical
17. Leishmaniose Tegumentar e visceral
18. Leptospirose
19. Malária (área não endêmica)
20. Meningite por Haemophilus Influenzal
21. Peste
22. Poliomielite
23. Paralisia Flácida Aguda
24. Raiva Humana
25. Rubéola
26. Síndrome da Rubéola Congênita
27. Síndrome da Imunodeficiência Adquirida ( AIDS)
28. Tétano
29. Tularemia
30. Tuberculose
31. Varíola
32. Cisticercose
33. Desnutrição Grave
34. Parodotite
35. Varicela
PROGRAMA DE MDDA
Notificação: TEREZINHA GERALDINA VENTURI
PATRICIA CELI MARTINS CLAUDINO DOS SANTOS
O programa objetiva processar dados sobre doenças e agravos de notificação. A DVE analisa os dados e gera informação para a construção do perfil de morbidade, contribuindo para a tomada de decisões e o sistema de MDDA( MONITORIZAÇÃO DAS DOENÇAS DIARRÉICAS AGUDAS) onde se notifica semanalmente o número de pessoas com diarréia no município que utilizam o serviço de saúde pública.
PROGRAMA SINASC (Sistema de informação sobre nascidos vivos)
Todos os nascimentos ocorridos no Município de Agronômica são incluídos neste sistema através da declaração de nascido vivo que é preenchida no hospital, esta declaração possui 3 vias, a primeira é entregue para os pais para efetuarem o registro do nascimento no cartório, a segunda via é recolhida pela vigilância epidemiológica que a digita do SINASC, onde posteriormente irá analisar os dados dos nascimentos. Exemplo: em um determinado período quantos nascimentos ocorreram, qual o sexo destas crianças, qual foi o topo de parto (parto Cesário, parto natural ...), quantas consultas de pré-natal a foram realizadas durante a gestação da mãe, qual o peso da criança etc.... Estes dados nos mostram o perfil dos nascimentos no período consultado, e também uma idéia de como está o serviço de saúde prestado da gestante. A terceira via fica arquivada no prontuário da mãe no hospital.
Nascimentos No município de agronômica janeiro a novembro 2007:.
Nasceram 39 crianças.
DOENÇAS DETECTADAS PELO TESTE DO PEZINHO
O que é a Fenilcetonúria
É uma doença causadora de deficiência mental, quando não tratadas precocemente. Na Fenilcetonúria a criança nasce sem uma substância (enzima) no fígado, que não transforma a proteína fenilanina dos alimentos, em outro tipo de proteína. O acúmulo da fenilanina causa uma deficiência mental a criança nasce sem uma substância (enzima) no fígado, que não transforma a proteína fenilanina dos alimentos, em outro tipo de proteína. O acúmulo da fenilanina causa uma deficiência mental.
Hipotiroidismo Congênito
O que é?
O Hipotiroidismo Congênito é um distúrbio causado pela deficiência de hormônios normalmente produzidos pela glândula tireóide, na maior parte das vezes devido a um defeito na sua formação.
É um dos defeitos metabólicos mais comuns, ocorrendo cerca de um caso em cada 4.000 nascimentos, sendo uma das causas tratáveis de retardo mental mais freqüente a fenilanina dos alimentos, em outro tipo de proteína. O acúmulo da fenilanina sa uma deficiência mental.
Como se manifesta?
A criança geralmente nasce com aspecto normal, uma vez que durante a gestação, os hormônios fornecidos pela mãe são suficientes para o desenvolvimento no período fetal.A falta de hormônios tireoidianos após o nascimento acarreta graus variados de deficiência física e mental, com seqüelas irreversíveis, se não tratada nas primeiras semanas de vida.
Tratamento
O tratamento é simples, consistindo na administração oral de comprimidos com o hormônio T4, e deve ser iniciado tão logo o diagnóstico seja confirmado.
O tratamento correto, se instituído precocemente e adequadamente controlado, permite um desenvolvimento físico e mental normal das crianças afetadas pela Hipotiroidismo Congênito.
Anemia Falciforme
Sinônimos
Doença falciforme, drepanocitose.
O que é?
Um tipo de anemia hereditária.
O que causa?
Uma alteração qualitativa na molécula da hemoglobina. Essa alteração faz com que as hemácias da pessoa fiquem deformadas (em forma de foice, por isso falciforme), ocasionando problemas em seu funcionamento.
É mais comum entre a população negra
Sinais e sintomas
Anemia; crises de dor intensa nas articulações, abdômen e tórax; infecções freqüentes; retardo de crescimento; feridas na pele; hemorragia cerebral. Com a evolução da doença, ocorre dano cardíaco, pulmonar e renal.
Fibrose Cística
O que é?
Também chamada de mucovicidose, a fibrose cística é uma doença hereditária, não contagiosa, e que, até o presente momento, não tem cura. O doente tem reduzida à quantidade de água da secreção dos brônquios (canais que se ramificam nos pulmões), o que a torna espessa e, portanto, mais aderente às paredes brônquicas. Isto acaba comprometendo a limpeza desses canais e facilitando a ocorrência de infecções no aparelho respiratório.
Pode ocorrer ainda o bloqueio dos dutos do pâncreas, o que impede a chegada das enzimas digestivas aos intestinos. Apesar de afetar mais pulmões e pâncreas, pode comprometer o bom desempenho de diversos órgãos. Estimativas do Ministério da Saúde indicam que, no Brasil, 1,5 mil pessoas sofrem de fibrose cística. A proporção é de uma criança doente para cada 10 mil nascidas vivas.
Por que é comum ouvir que a doença é de difícil diagnóstico?
Alguns pais são pegos realmente de surpresa porque fica difícil acreditar que os seus bebês, aparentemente saudáveis, tenham uma doença grave.
Estima-se que cada paciente passa, em média, por seis consultas até que um especialista descubra que ele é portador da fibrose cística.
Um dos obstáculos apontados é que a doença ainda é bastante desconhecida da população.
Para se chegar ao diagnóstico há ainda os testes especiais, como o teste do suor (quem tem FC apresenta níveis altos de sal no suor), exames de fezes (checagem se a digestão está normal) e raio X do tórax (localização de possíveis lesões pulmonares).
Segundo o Ministério da Saúde, o diagnóstico precoce precisa ser realizado por meio da Triagem Neonatal (Teste do Pezinho) e confirmado em outros exames laboratoriais.
Sinais e sintomas
Os sintomas mais comuns são tosse, catarro, chiado no peito, diarréia crônica, diminuição de peso e suor mais salgado do que o normal (facilmente identificável através de um beijo).
A maioria dos sintomas normalmente já ocorre no primeiro ano de vida, o mais freqüente é a tosse – que pode ser ou não diária e acompanhada de vômitos. Este conjunto de sintomas é facilmente confundido com qualquer doença respiratória.
Com o tempo, alguns sinais externos podem vir a ser notados, principalmente os resultantes da insuficiência respiratória. Peito estufado, em forma de barril e abdômen dimiuido, por exemplo. São relatados casos de unhas em forma convexa e ainda há registros de pessoas que apresentaram coloração azulada da pele(cianose).
Hiperplasia Congênita
O que é?
Na Adrenal Hiperplasia congênita ocorre, por um problema genético, um bloqueio num ponto de síntese do hormônio cortejou. Em função disso, a glândula hipófise, produz grandes quantidades do hormônio ACTH, que acaba estimulando a síntese gerada de hormônios masculinizantes.
Sua freqüência em nosso meio é cerca de 1 caso para cada 10.000 nascimentos.
Como se manifesta?
A menina afetada com os genitais em graus variados de “masculinizarão”. Os meninos podem nascer sem nenhuma alteração aparente. Muitas vezes, tanto em meninas quanto em meninos, ocorre um problema agudo no controle do metabolismo, causando desidratação ou outros problemas, que são graves e até letais se não tratados prontamente.
Essa é uma das razões pelas quais o teste deve ser feito o quanto antes.
Todas as crianças devem fazer o teste do pezinho
A minoria dos bebês que têm estas doenças nasce aparentemente normais, e nada apresentam ao exame médico na maternidade.
Mesmo médicos experientes podem não observar anormalidades nos primeiros meses, por isto, para saber qual criança tem a doença, todos os bebês devem fazer o teste nos primeiros meses, por isto, para saber qual criança tem a doença, todos os bebês devem fazer o teste nos primeiros dias de nascimento.
Descobrir a doença o mais cedo possível :
Como temos possibilidades de descobrir crianças que têm a doença, antes que ela apresente a deficiência mental, todos os bebês devem o teste alguns dias após o nascimento. Só um tratamento iniciado nas primeiras semanas, pode evitar a deficiência mental.
A deficiência já instalada não pode ser recuperada.
Descobrir a doença o mais cedo possível
Como temos possibilidades de descobrir crianças que têm a doença, antes que ela apresente a deficiência mental, todos os bebês devem o teste alguns dias após o nascimento. Só um tratamento iniciado nas primeiras semanas, pode evitar a deficiência mental.
A deficiência já instalada não pode ser recuperada.
Pegue o resultado:
É importante pegar o resultado.
Compareça a secretaria do Hospital ou a Unidade de Saúde onde foi coletado o sangue, 30 dias após a coleta.
Procure a Unidade de Saúde
Se o seu bebê nasceu em casa.
Se o sangue foi coletado no Hospital com menos de 48 horas de vida.
Se foi solicitada nova amostra de sangue para esclarecimentos.
É necessário repetir o exame
Qualquer exame de laboratório pode exigir repetição para esclarecimento, seja por resultado duvidoso ou por alteração, que pode ser temporária. O "Teste do pezinho" exige repetição para esclarecer o primeiro resultado, quando suspeito de normalidade.
As crianças que coletaram o sangue, antes de 48 horas de vida, devem repetir o teste uma semana após, na Unidade de Saúde, para maior segurança do resultado, especialmente da Fenilcetonúria.
Tem mensagem de alerta no resultado
Não deixe de buscar o resultado na secretaria, onde foi coletado o sangue. Não esqueça ou despreze a recomendação da mensagem.
O que fazer com o resultado:
Leve o resultado para ser analisado.
Se o resultado for normal e seu filho começar a apresentar problemas
No desenvolvimento físico ou mental, consulte seu médico. O teste poderá ser repetido gratuitamente na Unidade de Saúde. Lembre-se, porém, que existem outras causas de deficiência mental e os exames serão outros.
Não confundir
Às vezes as mães confundem o "Teste do Pezinho" (coleta de sangue) com a impressão do pezinho, à tinta, na Carteira de Saúde da Criança.
Foram realizados no município de agronômica janeiro a novembro de 2007:
39 teste do pezinho, cujo resultado todos deram negativos para as doenças acima relacionadas.
EPIDEMIOLOGIA
CONSIDERAÇÕES SOBRE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA
CONCEITO: conjunto de ações que proporciona
o conhecimento ou a detecção de qualquer mudança nos fatores determinantes
e condicionantes de saúde individual ou coletiva, com a finalidade
de recomendar e adotar as medidas de prevenção e controle das doenças
e agravos.
PROPÓSITOS: fornecer orientação técnica
permanente para os responsáveis pela decisão e execução de ações
de controle das doenças e agravos. É o instrumento mais completo
para o planejamento, organização e operacionalização dos serviços
de saúde e para a normatização e padronização de atividades técnicas
correlatas.
FUNÇÕES:
coleta de dados;
processamento dos dados coletados;
análise e interpretação dos dados processados;
promoção das ações de controle indicadas;
avaliação da eficácia e efetividade das medidas adotadas;
divulgação das informações que considerar necessárias e pertinentes;
informação para a tomada de decisão e para a ação.
Números de casos notificados por agravo
Janeiro a Novembro2007
| AGRAVO |
Nº CASOS |
| Leptospirose |
01 |
| Hantavirose |
01 |
| Varicela |
08 |
| Malaria |
01 |
| Atendimento Anti-Rábico |
09 |
| Acidente por Animais Peçonhentos |
16 |
Números de casos confirmados por agravo
Janeiro a Novembro2007
| AGRAVO |
Nº CASOS |
| Leptospirose |
01 |
| Atendimento Anti-Rábico |
09 |
| Acidentes por Animais Peçonhentos |
16 |
| Malária |
01 |
| TOTAL |
27 |
Números de surtos por agravo Janeiro a
Novembro 2007
| AGRAVO |
Nº SURTOS |
MODO DE TRANSMISSÃO |
VEÍCULO |
| Varicela |
02 |
Direta |
|
| Síndrome Diarréica Aguda |
01 |
Indireta |
Alimento |
|